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EverMobile traz para Brasil leitor de código de barras em celular
segunda-feira, 14 de maio de 2007 , 18h13 | POR FERNANDO PAIVA

A EverMobile fechou parceria com a americana Scanbuy para lançar no Brasil uma solução de leitor de código de barras 2D em celulares. Com a instalação de um pequeno aplicativo de menos de 100 Kb em um celular com câmera, o telefone passa a poder ler códigos de barra tanto do padrão ?datamatrix?, utilizado por diversas companhias, quanto de um padrão proprietário da Scanbuy. O ?datamatrix? é diferente do código de barras que os brasileiros estão acostumados: em vez de listras verticais dentro de um retângulo, ele é um quadrado preenchido por diversos pequenos quadrados negros.
A leitura de códigos de barras por celulares é comum em países com mercados mais maduros, onde é utilizada para os mais variados fins. Pode-se, por exemplo, integrar um código de barras para celular em um anúncio de revista ou na embalagem de um produto: quando a câmera do celular enquadra o código de barras, o usuário recebe mais informações sobre o referido produto. A leitura do código de barras pode levar o celular a abrir um site WAP, ou rodar um vídeo, ou enviar um SMS etc. Segundo o diretor de novos negócios da EverMobile, Sergio Goldstein, a solução que a empresa traz para o Brasil permite novas funcionalidades não disponíveis em alguns concorrentes, como a realização de pesquisas com consumidores: a leitura do código de barras abriria na tela do celular uma página com uma pergunta e opções de respostas.
A tecnologia pode ser associada também a serviços de comércio eletrônico e de banco móvel. Contas a serem pagas podem vir com esse código de barras que, quando lido por um celular, aciona o dispositivo de mobile banking do usuário para que este pague a fatura. ?Um pôster de filme pode ter esse código de barras que, quando lido, aciona um dispositivo de mobile commerce no telefone para que o usuário compre ingressos para o cinema?, sugere Goldstein.
O modelo de negócios para utilização dessa tecnologia ainda não está fechado no Brasil e varia muito ao redor do mundo, explica o executivo. A idéia inicial é oferecer a solução para as operadoras celulares, que teriam mais capacidade de promover o download do aplicativo junto a seus clientes e, depois, oferecer serviços para grandes empresas. A expectativa de Goldstein é de que as primeiras utilizações dessa tecnologia no Brasil surjam no segundo semestre.

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