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COMÉRCIO
Vendas de equipamentos de comunicação e informática recuam 21,2% no ano
terça-feira, 12 de abril de 2016 , 19h25

As vendas de equipamentos de comunicação e informática recuaram 1,3% em fevereiro em relação ao mês anterior, que teve saldo positivo em 0,8%, de acordo com pesquisa do comércio varejista divulgada nesta terça-feira, 12, pelo IBGE. A alta foi atribuída à valorização do dólar nos últimos meses, uma vez que muitos componentes eletrônicos são importados.

Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, teve queda de 17,3% no volume de vendas, obtendo assim a quinta maior participação negativa na taxa global do varejo. As taxas acumuladas foram de redução de 21,2% no ano.

Na avaliação do comércio varejista como um todo, em fevereiro de 2016, na série com ajuste sazonal, houve aumentos de 1,2% para o volume de vendas e de 1,3% para a receita nominal. Essa taxa do volume foi a mais alta desde julho de 2013 (3%), mas não compensou a queda de 4,1% acumulada nos dois meses anteriores. No ano, o varejo acumulou redução de 7,6% e nos últimos doze meses de – 5,3%, a taxa foi idêntica à do mês anterior.

Em relação a fevereiro de 2015, o volume de vendas do comércio varejista recuou 4,2%, décima primeira taxa negativa consecutiva, sendo essa queda a menos acentuada dos últimos seis meses. O resultado deste mês foi acompanhado por taxas negativas em sete das oito atividades investigadas.

Por ordem de contribuição à taxa global, os resultados foram os seguintes: Móveis e eletrodomésticos (-10,9%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-11,4%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,4%); Tecidos, vestuário e calçados (-10,8%); Combustíveis e lubrificantes (-4,1%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-17,3%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-16,3%). A única atividade com impacto positivo no resultado global no varejo foi Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (6,2%).

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