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SES e Intelsat querem compartilhar parte da banda C com 5G nos EUA
sexta-feira, 09 de fevereiro de 2018 , 13h46

Proposta conjunta das operadoras de satélite SES e Intelsat sugere o uso de banda C satelital para operadoras móveis terrestres nos Estados Unidos. Segundo anunciaram as empresas nesta sexta-feira, 9, a proposta foi encaminhada à agência reguladora norte-americana, a Federal Communications Commission (FCC), e procura "proteger" serviços satelitais no espectro de downlink de 3.700 MHz a 4.200 MHz, enquanto abre uma porção específica para o uso no serviço móvel.

A SES diz que a proposta é baseada no modelo utilizado pela Intelsat e Intel e apresentado à FCC em outubro de 2017 e que permite o acesso a cerca de 100 MHz de espectro para downlink em banda C. As duas operadoras de satélite já apresentaram um resumo à Comissão.

A intenção é criar um consórcio aberto para todos os operadores de banda C que cobrem todo ou parte do território dos EUA. Esse grupo iria supervisionar a governança da iniciativa, definindo e implantando a metodologia para a limpeza de espectro e servindo como mediador único de transações baseadas em mercado com as partes interessadas.

As empresas afirmam que a sugestão visa proteger a banda C usada em transmissões de vídeo e dados enquanto apoiam a implantação acelerada da 5G no "ambiente de telecomunicações único dos EUA". Assim, a banda continuaria sendo utilizada para a distribuição de programação de vídeo em mais de 100 milhões domicílios norte-americanos, para a provisão de conectividade de dados em áreas rurais e de situações de emergência, e para serviços governamentais.

Em comunicado, o presidente e CEO da SES, Karim Michel Sabbagh, afirma que o consórcio é uma maneira de "proteger os interesses de centenas de serviços estabelecidos e milhões de usuários finais americanos, enquanto ao mesmo tempo pavimenta o caminho para a criação da próxima geração de serviços terrestres 5G". O CEO da Intelsat, Stephen Spengler, declarou que a prioridade continua ser a criação de uma agenda que permita "dar certeza e proteger a qualidade e resiliência dos serviços que provemos para nossos clientes de mídia, serviços de rede e governo".

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