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Para Abrint, TAC da Telefônica deveria cobrir apenas cidades sem atratividade
quinta-feira, 05 de outubro de 2017 , 19h51

Basílio Perez, presidente da Abrint, entidade que representa pequenos e médios provedores regionais de Internet, procurou este noticiário para esclarecer alguns aspectos da manifestação da entidade sobre o TAC da Telefônica que foram comentadas pelo secretário de telecomunicações, André Borges. O secretário, em entrevista a jornalistas durante a Futurecom, deu a entender que as críticas da Abrint decorriam do interesse de manter, em pequenas cidades, um "monopólio" ou reserva de mercado. "A nossa posição é de sempre aceitar a concorrência. A nossa preocupação sobre o TAC é que é o uso de um dinheiro da sociedade para as próprias redes da operadora em locais onde eles podem ter retorno, porque isso é desleal".

Segundo ele, as localidades a serem escolhidas deveriam ser aquelas em que realmente não há ninguém interessado, de modo a gerar um retorno social efetivo. "Onde houver atratividade econômica, alguém vai oferecer o serviço", diz. Para ele, em muitas da cidades em que a Telefônica vai construir sua rede com recursos oriundos do TAC a tele já opera banda larga com redes de cobre. "Vai simplesmente fazer o upgrade da rede". Para a Abrint, o ideal é que recursos de TAC não fossem usados para acesso de última milha, e sim na construção de redes de backbone e backhaul. "Mas se for para fazer última milha, seria melhor onde não existe retorno".

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