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Reclamações contra prestadoras na Anatel caem 12% em setembro
quarta-feira, 01 de novembro de 2017 , 19h04 | POR REDAÇÃO, COM ASSESSORIA DE IMPRENSA

As reclamações contra as prestadoras de serviços de telecomunicações na Anatel caíram 12% em setembro, como informa a agência. No mês, foram registradas 264,2 mil reclamações redução de 35,9 mil queixas quando comparado com o mesmo mês do ano passado. A maior queda foi registrada na telefonia móvel, com queda 23,1 mil reclamações no mês (redução de 15,3%), seguida da telefonia fixa redução de 9,4 mil (13,7%), da TV por Assinatura menos de 2,1 mil (5,7%), e da banda larga fixa com redução 1,1 mil reclamações (2,6%).

Na telefonia móvel, foi verificada queda nas queixas contra as maiores prestadoras. O maior recuo percentual foi registrado pela Vivo (27,7%), seguida pela Nextel (16,6%), Claro (15,7%), Oi (13,4%), e TIM (6,1%). Nos números da banda larga fixa, a Net foi a única a registrar crescimento nas reclamações (20,5%); já a Oi apresentou queda (12,8%), seguida da Vivo (6,7%).

Na telefonia fixa, a Vivo teve uma redução de 15,4% das reclamações; enquanto a Oi (14,7%) e Net (8,5%) também tiveram quedas expressivas. Na TV por assinatura a Sky registrou aumento (0,4%) no número de reclamações. A maior queda percentual ficou com a Oi (23,1%), seguida do grupo Claro Brasil (Net e Claro) (5,5%), e da Vivo (3,9%). No entanto, isoladamente a Net apresentou aumento de reclamações (10,1%), compensado pela queda da Claro (35,9%). 

Cobrança indevida

A cobrança indevida continua com o maior volume de reclamações na TV por Assinatura (50,3%); na telefonia móvel pós-paga (48,5%) e na telefonia fixa (42,2%). A qualidade dos serviços foi o maior problema na banda larga fixa (42,6%). E na telefonia móvel pré-paga foram os créditos (40,5%) o principal motivo de queixas.

O segundo maior volume de reclamações foi sobre qualidade na TV por Assinatura (10% dos registros) e na telefonia fixa (18,4%), oferta e promoções na telefonia móvel pré-paga (14,6%) e na móvel pós-paga (9,73%), e cobrança na banda larga fixa (24,91%).

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